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Rod Stewart renova as energias com “Blood Red Roses”

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30° álbum de estúdio traz elementos
musicais dos anos de 1970 e 1980

Portal – Coluna da TV
Colunista (Música):
*Felipe de Jesus
Fotos: Divulgação Rod Stewart

Rod Stewart um dos mais icônicos artistas do Rock mundial está de volta ao cenário musical após uma pausa de três anos na carreira. Mas ao invés de apostar na mesma fórmula que ele vinha trabalhando nos álbuns: “It Had to Be You: The Great American Songbook Volume I (2002)”; “As Time Goes By: The Great American Songbook II (2003)” ; “Stardust: The Great American Songbook III (2003)”; “Thanks for the Memory: The Great American Songbook IV (2005)” e “Fly Me to the Moon: The Great American Songbook V (2010)”, ele volta com suas ótimas composições em “Blood Red Roses (2018)”, seu 30°álbum de estúdio. O disco que já está sendo bem mais aceito que o anterior “Another Country (2015)”, traz referências dos anos de 1970 e 1980. Além disso, voz e estilo de composição “únicas” que o consolidaram de vez na música mundial.

Com 73 anos de vida, Rod Stewart (que já viu de tudo e um pouco mais desde a época do seu antigo grupo “The Faces”), mostra que não perdeu o gingado. A começar pela faixa de “Blood Red Roses (2018)”: “Look In Her Eyes” que relembra canções dos álbuns “Blondes Have More Fun (1978)” (era da Disco Dance) e “Foolish Behaviour (1980)”. A letra e a batida deixam bem claro que a intenção era essa mesma. “Veja a linha ao redor do quarteirão. Assista todas as garotas bonitas parecendo magras quentes. Bem na hora certa, aqui vem todos os caras. Eles trabalham na sala e validam sua tripulação (Oh yeah). Não é submissão, é apenas o olhar em seus olhos. Não há decisão, é apenas o olhar em seus olhos”.

Já em “Hole In My Heart”, segunda faixa, Rod Stewart segue a mesma fórmula também já vista em “Camouflage (1984)”. Em “Farewell” parece que estamos sendo transportados naqueles hits incríveis do final dos anos de 1980. Letras ao qual Rod Stewart conversa com seu ouvinte e fã mais animado. A letra também demonstra isso. “Todos vestidos em uma noite de sexta-feira. Ficando bêbado com vinho tinto barato Dois garotos do norte de Londres na cidade Pegue um trem para esfriar o Soho. O Marquee e o Flamingo. Comprimidos e calafrios e meninas de salto e Georgie Fame, sim. Fazendo nós éramos milionários”.

Em seguida ele traz o seu tom romântico em “Grace”, quarta faixa do álbum. Traduzida a letra mostra que o amor é a maior muralha que temos no mundo. “Oh Grace apenas me segure em seus braços e deixe este momento demorar. Eles vão me levar de madrugada e eu vou morrer com todo o meu amor. Eu coloco este anel de casamento em seu dedo. Não haverá tempo para compartilhar nosso amor porque devemos dizer adeus”. Em “Give Me Love” Rod Stewart aposta mais uma vez na “Disco Dance” e volta ao estilo dos anos de 1980 em “Rest Of My Life” como no disco “Every Beat Of My Heart (1986)”, também um dos mais vendidos em sua carreira.

Dando sequência ele chega com “Rollin e Tumblin” que se não fosse pela batida mais dance, pareceria ter sido retirada do álbum “Gasoline Alley (1970)” ou mesmo “Smiler (1974)”, período em que Rod Stewart apostava mais nas guitarras “retas” e no Rock que ele já fazia muito bem no grupo “The Faces”. Na bela canção “Julia” (que não é uma versão dos The Beatles no “The White Álbum”, ou “Álbum Branco de 1968”) ele mantém as guitarras em evidência, mas nada pesado para os ouvidos. Mais uma grande letra. “Aqui está uma música que eu canto para você. Sobre uma garota que eu conheci uma vez Julia. Ela morava em uma casa grande com portões de ouro onde servos se curvavam para Julia. Sem vergonha eu sentaria lá fora e esperaria por horas. Essa linda garota tão linda quanto qualquer flor me segurou”.

Em “Honey Gold” ele volta ao romântismo e dá sequência em “Vegas Shuffle”, música que se fosse cantada na voz de Mick Jagger, dos Rolling Stones, até cairia muito bem. A música parece ter sido retirada do álbum “Out Of Ouder (1988)”. Já em “Cold Old London”, canção que fecha o álbum, Rod Stewart retorna ao estilo mais lento, também característico de suas canções como no álbum “Tonight I’m Hours (1981)”. A letra é linda. “Não sei porque, nos conhecemos. Na velha e fria Londres, ao lado do Tâmisa. Nós éramos sagrados e lentamente nos apaixonamos. Ah, mas eu apenas deixo você ir. Nós fomos feitos um para o outro. Eu era jovem demais para sonhar”.

Avaliação ))

Das canções que mais gostei de “Blood Red Roses (2018)” indico: “Look In Her Eyes”, “Hole In My Heart”, “Farewell”, “Didn’t I”, “Blood Red Roses”, “Grace”, “Julia” e “Honey Gold”. Avalio com cinco estrelas (avaliação máxima), por que depois de quase 60 anos de carreira, ver Rod Stewart trazendo para o público álbuns com requintes de qualidade musical e letras acima da medida, é mais do que gratificante, é empolgante. “Blood Red Roses (2018)” é aquele tipo de álbum que “se você” já conhece a carreira e a discografia do cantor, poderá ouvir sem medo algum e, garanto, não ficará decepcionado. Já disponível no formato físico e também no Deezer e Spotify. Até a próxima Crítica Music.

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Anddreh Ponttez

Anddreh Ponttez é ator, jornalista por vocação, escreve sobre famosos e televisão desde 2011.Escreveu para diversos veículos de comunicação e hoje comanda o site Coluna da TV.Em 2017 estreou como colunista de TV e famosos dos programas A Tarde é Show e do Programa Lucimara Parisi, na Rede Brasil.

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