Érico Brás acha que cobranças prejudicaram o “Se Joga”

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Érico Bras Foto: Facebook

O Se Joga estreou em setembro de 2019, em mais uma tentativa da TV Globo recuperar a audiência no horário antes ocupado por décadas pelo Vídeo Show. A atração antecessora acumulava derrotas para a Record, com seu quadro Hora da Venenosa, no Balanço Geral, em São Paulo. Porém, a produção, comandada por Fernanda Gentil, Fabiana Karla e Érico Brás, além de não ter recuperado a liderança no Ibope, ainda foi bastante criticada. Fora do ar desde o início da pandemia do coronavírus, a volta do Se Joga é duvidosa.

Em entrevista ao Fábio Porchat, via Live na internet, Érico Brás opinou sobre os pontos fracos do programa vespertino da Globo e das críticas pela diversidade dos apresentadores:

“Nós três temos autocobranças e isso depois fui olhar que era pela diversidade do programa. Tinha eu, o negro, tinha a gordinha nordestina e a jornalista casada com uma mulher. As cobranças em cima das três imagens nas redes sociais vinham forte. Diziam para tirar um e deixar só dois, diziam que o sotaque era pesado, não criticavam o formato”, disse Érico Brás ao site F5.

Ele ainda falou sobre uma demora da Globo para estrear o programa na programação.

“O grande barato era entender que tinha público naquele horário que esperava a gente. A Globo demorou para colocar a gente no ar, era para termos entrado logo. A emissora colocava Sessão da Tarde, então perdemos algumas pessoas. Era o carinho que me alimentava quando vinham as pedradas das redes sociais”, afirmou.

 

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