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O ser integral que somos!

Na definição de homem, nos dicionários, o encontramos como sendo “um animal racional, moral e social, mamífero, bípede, bímano, capaz de linguagem articulada e que ocupa o topo da escala zoológica.” Entretanto, hoje, com toda a tecnologia disponível, sabemos muito mais sobre este Homem, a ponto de podermos afirmar que ele está dividido em três partes: corpo, mente e espírito, todas interagindo entre si.

Conhecedores de que tudo é energia, começamos a entender, com mais profundidade, porquê existe tanto sofrimento entre nós, pois vivemos num mundo onde nos venderam e ainda nos vendem, a ideia de que ter é mais do que ser.

Surge assim, o homem moderno, capaz de grandes feitos como viajar pelo espaço, mas que não sabe se olhar internamente como deveria, porque somente o externo está sendo observado. Liga sua felicidade, no caso aqui, à satisfação do corpo físico.

A mente, por outro lado, registra todos os acontecimentos, alguns de forma positiva e a maioria, nem tanto. Surgem então nossas crenças limitantes, nossos medos e fobias, nossas ansiedades e angústias que, quando não entendidas corretamente, vão afetar o nosso dia a dia.

E por fim, o espírito, aquela parte que ainda é desconhecida para muitos de nós, mas que sabemos nos ligar ao Criador.

Todas estas partes são energias vibrando em frequências diferentes: uma baixa (corpo físico), uma média (a mente) e a outra em alta frequência (o espírito). Saber equilibrá-las é o nosso grande desafio na atualidade, apesar de termos consciência de que isto é necessário para uma vida plena e mais feliz.

Faz-se necessária uma reavaliação imediata de toda a nossa conduta, tanto emocional quanto cultural, religiosa e psicológica, para mudarmos nosso rumo e voltarmos a nos reconectar com nosso EU interior.

O primeiro passo a dar é abrir-se à prática do Amor.
“A grande noite que constringe é, também, o início da alvorada que surge.”(*)

(*) Divaldo Franco – O Homem Integral

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